A atual gestão do Estado de São Paulo incluiu um novo – e triste – ponto em comum entre paulistas da capital e do interior: ambos não dormem tranquilos por causa dos problemas de segurança pública. Somente em 2025 foram 270 casos de feminicídio, recorde absoluto da série histórica e o equivalente a uma mulher morta a cada 32 horas. É apenas um dos recortes que tem preocupado a população de todas as cidades. Por ele, e por outros igualmente preocupantes, a segurança pública será tratada por Fernando Haddad no governo estadual com um plano robusto e a urgência necessária.
“Estou muito dedicado à questão da segurança”, revela Haddad. “A maioria dos brasileiros considera o maior problema do País. Vou me dedicar muito a esse tema. Da mesma maneira eu e nossos companheiros fizemos mudanças na educação, na mobilidade urbana, na habitação popular, no imposto de renda dos ricos e na isenção dos trabalhadores, na reforma tributária, vamos quebrar a cabeça para apresentar nosso plano de segurança – que vai funcionar”.
Haddad criticou o “faz de conta do Tarcísio” que no discurso parece ser muito duro com a criminalidade mas, na prática, não é o que as pessoas sentem. “Nada está acontecendo de verdade. As pessoas continuam sendo roubadas, furtadas, com medo de sair às ruas. O feminicídio virou praga em no estado e o atual governo não está fazendo algo realmente efetivo para combater”, afirma o pré-candidato ao governo estadual.



